Rosácea

rosacea

Rosácea é um distúrbio da pele que causa vermelhidão e lesões vermelhas nas bochechas, nariz, queixo, testa ou pálpebras. É uma condição de longo prazo que piorará ao longo do tempo se não for tratada. Ela acontece com maior frequência em adultos de 30 a 60 anos.

 

Quais são os sintomas?

A rosácea afeta bochechas, nariz, queixo, testa ou pálpebras. Os sintomas incluem:

  • Vermelhidão
  • Ruborização fácil
  • Lesões vermelhas com ou sem pus (podem se parecer com acne, mas não são acne)
  • Pequenos vasos sanguíneos inchados na pele (chamados de ” telangectasia”)
  • Uma sensação de ardência ou areia nos olhos
  • Nariz vermelho, inchado e arredondado

Continue lendo

Termos para uso da isotretinoína – para profissionais de saúde

ANEXO II – Termo de Consentimento Informado

ANEXO I – Termo de conhecimento de riscos e consentimento (para mulheres em idade fértil)


 

Informações para profissionais de saúde

Risco de teratogenicidade e ações para prevenção de gravidez durante o tratamento com ROACUTAN® (isotretinoína)

 

Informações para pacientes

O que você deve saber sobre o risco de malformações fetais e ações mandatórias para prevenção de gravidez durante o tratamento com Roacutan® (isotretinoína)

Rinossinusite crônica

My sinuses are so blocked!

Os seios paranasais são bolsas ocas de ar nos ossos da face e cabeça, que provavelmente existem para amortecer o cérebro em um trauma. Os seios são revestidos com uma fina camada de tecido que normalmente produz uma pequena quantidade de muco para manter os seios saudáveis ​​e lubrificados e eliminar os germes.

A rinossinusite ocorre quando o revestimento dos seios fica infectado ou irritado, torna-se inchado e criando muco extra. O revestimento inchado também pode interferir na drenagem do muco.

Continue lendo

Rinite alérgica na gravidez

for-web-pregnant-woman

As mulheres que têm rinite alérgica antes da gravidez podem ter piora, melhora ou ausência de alterações nos sintomas durante a gravidez. A maioria das mulheres notam alguma congestão nasal nos estágios posteriores da gravidez, mesmo se elas não tiveram rinite antes. Isso é chamado de rinite da gravidez e está relacionado com os níveis hormonais. A rinite da gravidez não responde aos medicamentos e desaparece após o parto. A discussão abaixo aplica-se apenas à rinite alérgica.

Como regra geral, a maioria dos medicamentos deve ser evitada ou utilizada na dose mais baixa que controle os sintomas durante a gravidez. Se as pacientes estão grávidas, devem rever qualquer medicação (liberada ou com prescrição) antes de tomá-la e conversar com seu médico, se tiverem dúvidas. No entanto, vários dos medicamentos utilizados para tratar a rinite alérgica são tidos como seguros.

As mulheres com rinite leve podem ser capazes de controlar os sintomas usando apenas spray nasal salino ou irrigação, os quais não contêm quaisquer medicamentos. Se a medicação para a rinite é necessária durante a gravidez, os seguintes são considerados opções mais seguras:

Spray nasais – Alguns sprays nasais são uma opção sensata para as mulheres grávidas, porque muito menos medicação é necessária para controlar os sintomas quando se é pulverizado diretamente no nariz, em comparação com tomar a mesma medicação por via oral.

  • Sprays nasais de Cromolyn são seguros para uso durante a gravidez. Apenas uma quantidade muito pequena de droga é absorvida na corrente sanguínea e nenhum efeito colateral grave é conhecido.
  • Alguns dos corticosteroides nasais são considerados seguros para uso durante a gravidez, embora existam mais informações sobre alguns medicamentos do que outros. Evitamos a triamcinolona com base em um estudo canadense mostrando que pode haver um risco aumentado de defeitos congênitos respiratórios se usada no primeiro trimestre. Preferimos usar outros medicamentos, como a fluticasona, budesonide ou mometasona, durante o primeiro trimestre.

Anti-histamínicos – Cetirizina, loratadina e clorfeniramina são considerados seguros para utilização durante a gravidez.

Descongestionantes – A pseudoefedrina deve ser evitada durante o primeiro trimestre da gravidez, se possível, porque a sua segurança não foi confirmada. Após o primeiro trimestre, ela deve ser usada somente quando necessária e somente conforme indicado. No entanto, ela não deve ser usada em todas as mulheres com pressão arterial elevada ou pré-eclâmpsia. A fenilefrina deve ser evitada completamente durante a gravidez.

Injeções contra alergia – Se as pacientes já estavam recebendo injeções e não tiveram reações alérgicas no passado, elas podem continuar com segurança durante a gravidez. No entanto, a dose não deve ser aumentada durante a gravidez devido ao risco de uma reação alérgica grave (anafilaxia), que poderia potencialmente reduzir o fornecimento de sangue ao feto. Pela mesma razão, as injeções contra alergia não são iniciadas durante a gravidez.

Rinite alérgica – Tratamento

O tratamento da rinite alérgica inclui a redução da exposição a alérgenos e a outros gatilhos em combinação com a terapia medicamentosa. Na maioria das pessoas, essas medidas controlam os sintomas efetivamente.

1 – Reduzir a exposição aos gatilhos

Existem algumas medidas simples que podem reduzir a exposição a alérgenos e a gatilhos que provocam rinite alérgica. Essas medidas serão discutidas em detalhes em outro post.

Várias classes diferentes de medicamentos combatem a inflamação que causa os sintomas da rinite alérgica. Os melhores tratamentos dependerão dos sintomas e das preferências pessoais.

lavagem_nasal

2 – Irrigação nasal e spray salino

Lavar o nariz com uma solução de água salgada (salina) é chamado de “irrigação nasal” ou “lavagem nasal”. O soro fisiológico também está disponível em um spray nasal.

A irrigação nasal é particularmente útil para tratar a descarga pós-nasal, espirros, secura nasal e congestão. O tratamento ajuda a lavar alérgenos e irritantes do nariz. Irrigação nasal também limpa o revestimento nasal. Os pacientes realizar a limpeza nasal  antes de aplicar sprays contendo medicamentos para obter um efeito melhor da medicação.

A irrigação nasal com solução salina aquecida pode ser realizada conforme necessário, uma vez por dia ou, se os sintomas forem graves, duas vezes por dia. A irrigação nasal possui poucos riscos quando realizada corretamente e com solução salina feita com água esterilizada. Os sprays nasais salinos e os kits de irrigação podem ser comprados livremente. As misturas salinas também podem ser adquiridas ou os pacientes podem fazer sua própria solução.

Podem ser utilizados vários dispositivos, incluindo seringas e frascos de sprays para efetuar a irrigação nasal. Pelo menos 200 ml de líquido (solução salina feita com água destilada ou fervida ou soro fisiológico estéril) é recomendado para cada narina.

spray2

3 – Corticóides nasais

Os corticóides nasais administrados por spray nasal são a primeira escolha de tratamento para os sintomas da rinite alérgica.

Estas drogas têm poucos efeitos colaterais e aliviam acentauadmente os sintomas na maioria das pessoas. Estudos têm demonstrado que os glicocorticoides nasais são mais eficazes do que anti-histamínicos orais para alívio dos sintomas.

Pessoas com rinite grave podem precisar usar um descongestionante nasal por alguns dias antes de iniciar o uso de um glicocorticoide nasal para reduzir o inchaço nasal. Isso permite que o spray nasal possa atingir mais áreas dentro das passagens nasais.

Os pacientes podem observar alívio dos sintomas no primeiro dia de tratamento com glicocorticoides nasais, embora sua eficácia máxima não seja visível por dias ou semanas. Por esta razão, os glicocorticoides nasais são mais eficazes quando usados regularmente.

Como usar um spray nasal ?

Os sprays nasais funcionam melhor quando são usados corretamente e quando a medicação permanece no nariz, em vez de escorrer na parte de trás da garganta. Se o nariz está com crosta ou contém muco, o paciente pode limpá-lo com um spray nasal salino antes de um spray nasal que contém medicação.

A cabeça deve estar posicionada normalmente ou com o queixo ligeiramente abaixado. O spray deve ser dirigido para longe do septo nasal (a cartilagem que divide os dois lados do nariz). Após a pulverização, fungue suavemente para puxá-lo para as partes mais altas do nariz. Evite fungar muito, pois isso pode resultar na drenagem do medicamento para a garganta.

Algumas pessoas acham que segurando uma narina fechada com um dedo melhora a sua capacidade mover o spray para a parte superior do nariz. Cuspa fora qualquer medicamento que vá para a garganta, uma vez que o mesmo não é eficaz a menos que permaneça no nariz.

Efeitos colaterais – Os efeitos colaterais dos esteroides nasais são leves e podem incluir um cheiro ou sabor ligeiramente desagradável ou secagem do revestimento nasal. Em algumas pessoas, os esteroides nasais causam irritação, crostas e sangramento do septo nasal, especialmente durante o inverno. Os pacientes podem minimizar estes problemas reduzindo a dose do esteroide nasal, aplicando um gel nasal hidratante ou pulverizando o septo antes de usar o spray, ou mudando para um spray à base de água (em vez de álcool).

Estudos sugerem que os esteroides nasais são geralmente seguros quando usados por muitos anos. No entanto, se os pacientes usarem esses medicamentos durante anos, eles devem realizar exames nasais periódicos para verificar se há efeitos colaterais raros, como infecção nasal.

Corticóides tomados como comprimido ou inalados para os pulmões podem ter efeitos colaterais, especialmente quando tomados por longos períodos de tempo. Já as doses utilizadas em esteroides nasais são baixas e não estão geralmente associadas a esses efeitos colaterais. Geralmente os clínicos recomendam usar a menor dose eficaz.

O uso de sprays nasais de corticoides pode diminuir ligeiramente a taxa de crescimento em algumas crianças, se usado por longos períodos de tempo. Se uma criança requer um spray de esteroides nasais por mais de dois meses no ano, o responsável deve conversar com seu médico para aconselhamento.

4 – Anti-histamínicos

Os anti-histamínicos aliviam a coceira, os espirros e o corrimento nasal da rinite alérgica, mas não aliviam a congestão nasal. O tratamento combinado com esteroides nasais ou descongestionantes pode proporcionar maior alívio dos sintomas do que o uso de apenas um deles.

Medicamentos orais – Vários anti-histamínicos estão disponíveis há muitos anos sem receita médica. Esses medicamentos geralmente causam sedação e não devem ser usados antes de conduzir ou operar máquinas. Mesmo que os pacientes não se sintam excessivamente sonolentos, estes medicamentos podem ter um efeito sedativo, por isso deve-se ter cuidado ao tomá-los.

Os anti-histamínicos orais menos sedativos incluem loratadina, desloratadina, cetirizina, levocetirizina e fexofenadina. Loratadina, cetirizina e fexofenadina estão disponíveis sem receita médica. Estes medicamentos funcionam bem como os anti-histamínicos sedativos para a rinite, mas são menos sedativos e estão disponíveis em fórmulas de longa duração. No entanto, eles podem ser mais caros.

Sprays nasais – Azelastine e olopatadina são anti-histamínicos nasais prescritos que podem ser usados diariamente ou quando necessário para aliviar os sintomas de gotejamento pós-nasal, congestão e espirros. Estes sprays começam a funcionar poucos minutos após o uso. O efeito colateral mais comum da azelastina é um gosto ruim na boca imediatamente após o uso. Os pacientes podem minimizar isso mantendo suas cabeças inclinadas para a frente enquanto pulverizam, para evitar que o medicamento escorra pela garganta.

Combinações de glicocorticoides nasais e anti-histamínicos – Uma combinação prescrita de fluticasona nasal e anti-histamínico azelastina parece melhorar os sintomas de rinite alérgica melhor do que qualquer droga isoladamente em três ensaios clínicos. A droga de combinação tem os efeitos secundários de ambos quando usada na dose recomendada (um jato em cada lado do nariz duas vezes por dia) e é aprovado para uso em pessoas com mais de 12 anos de idade. Os efeitos colaterais mais comuns são mau gosto, hemorragia nasal e dor de cabeça.

5 – Descongestionantes

Os descongestionantes (como a pseudoefedrina ou a fenilefrina) são frequentemente combinados com anti-histamínicos em antialérgicos orais, sem receita. No entanto, a fenilefrina não é eficaz no tratamento da rinite alérgica.

Descongestionantes orais elevam a pressão arterial e não são adequados para pessoas com pressão arterial elevada ou certas doenças cardiovasculares. Os homens com um alargamento da próstata que têm dificuldade em urinar podem notar um agravamento deste sintoma quando tomam descongestionantes.

Também estão disponíveis descongestionantes sob a forma de sprays nasais, incluindo oximetazolina e fenilefrina. No entanto, estes NÃO são recomendados para o tratamento da rinite alérgica. É melhor usar um medicamento que pode ser tomado com segurança por semanas ou mesmo meses, como um spray de corticosteroides nasais. Os sprays descongestionantes nasais não devem ser usados por mais de dois a três dias de cada vez porque podem causar um tipo de rinite chamado “rinite medicamentosa”, o que faz com que o nariz permaneça constantemente congestionado, levando a um ciclo vicioso em que a medicação é repetidamente. Esta condição pode ser difícil de tratar.

6 – Cromolyn

Cromolyn previne os sintomas de rinite alérgica, interferindo na capacidade de células alérgicas para liberar substâncias químicas naturais que causam inflamação. Esta droga está disponível como um spray nasal sem receita, que deve ser usado três a quatro vezes por dia, de preferência antes dos sintomas terem começado, para efetivamente prevenir os sintomas da rinite alérgica.

imuno2.jpeg

7 – Imunoterapia com alérgenos

Injeções contra alergia ou Imunoterapia – Injeções contra alergia, também conhecidas como “imunoterapia”, são injeções dadas para reduzir a sensibilidade aos alérgenos. As injeções estão disponíveis apenas para alérgenos comuns, incluindo polens, pelos de gatos e cães, ácaros e mofo. (Eles não são usados para tratar alergias a alimentos, látex ou medicamentos.) As injeções contêm soluções do(s)  alérgeno(s) ao(s) qual(is) o paciente é alérgico e são feitos especificamente para o paciente. O processo de imunoterapia altera a resposta imunológica do paciente aos alérgenos ao longo do tempo. Como resultado, estar exposto ao alérgeno provoca menos sintomas e pode até mesmo eliminar sintomas completamente.

A imunoterapia pode ajudar muitas pessoas com rinite alérgica. Em crianças, a imunoterapia pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de asma alérgica mais tarde na vida. No entanto, a imunoterapia é relativamente demorada e muitas vezes é reservada para pessoas que têm uma má resposta à medicação ou querem minimizar o número de medicamentos que necessitam a longo prazo. As pessoas inicialmente utilizam medicamentos quando começam imunoterapia e, em seguida, reduzem gradualmente os medicamentos com o melhorar dos seus sintomas.

A imunoterapia é geralmente iniciada por um alergista. O tratamento começa com vários meses de injeções semanais de doses aumentadas gradualmente, seguidas de injeções mensais de manutenção.

A imunoterapia é geralmente administrada por um período mínimo de três a cinco anos. Uma vez que os pacientes param de receber as injeções, os benefícios diminuem gradualmente ao longo do tempo. Em algumas pessoas, isso acontece rapidamente, e em outras os sintomas permanecem melhorados por vários anos. Não é possível prever por quanto tempo o efeito das injeções durará em cada indivíduo.

Injeções de imunoterapia possuem um pequeno risco de uma reação alérgica grave. Estas reações ocorrem com uma frequência de 6 de cada 10.000 injeções. Os sintomas geralmente começam dentro de 30 minutos da tomada da injeção. Por esta razão, os pacientes são obrigados a permanecer no consultório após injeções de rotina para que tal reação possa ser rapidamente tratada. Como drogas chamadas betabloqueadores podem interferir na capacidade de tratar essas reações, as pessoas que tomam betabloqueadores são muitas vezes aconselhadas a evitar a imunoterapia. Se os pacientes estão recebendo injeções contra alergia e outro médico prescreve um medicamento betabloqueador para a pressão arterial elevada ou outra razão, os pacientes devem certificar-se de dizer ao seu clínico de alergia.

Pílulas de imunoterapia colocadas sob a língua – A imunoterapia sublingual é uma forma de imunoterapia que é dada com uma pílula diária que se dissolve sob a língua. A imunoterapia sublingual é administrada todos os dias durante vários meses do ano. A primeira dose é dada no consultório clínico, mas depois disso, os pacientes podem tomá-la em casa. Este tipo de tratamento não envolve injeções e é muito seguro, pois raramente provoca reações alérgicas graves. No entanto, ele só está disponível para alguns tipos de alergias, e se os pacientes se esquecerem de tomar os comprimidos diariamente, o tratamento pode não funcionar.

8 – Outros tratamentos

Outras drogas podem ser recomendadas para algumas pessoas com rinite alérgica.

  • Ipratrópio – A atropina nasal é eficaz para o tratamento de corrimento nasal grave. Este fármaco, disponível como brometo de ipatrópio, não é geralmente recomendado para pessoas com glaucoma ou homens com uma próstata alargada.
  • Modificadores de leucotrienos – A liberação de substâncias chamadas leucotrienos pode contribuir para os sintomas da rinite alérgica. Medicamentos que bloqueiam as ações dos leucotrienos, chamados modificadores de leucotrienos, podem ser muito úteis em pessoas com asma e rinite alérgica. No entanto, os corticosteroides nasais são mais eficazes do que os modificadores de leucotrienos para o tratamento da rinite alérgica. Assim, os modificadores de leucotrienos são geralmente reservados para pessoas que também têm asma ou que não podem tolerar sprays nasais (devido a hemorragias nasais).

 

#Publicado em 2017

Sobre Dr. Rafael Otsuzi

Riscos e Benefícios do Álcool

INTRODUCTION — Is alcohol good for your health?

For many reasons, this is a question without simple or clear-cut answers. Drinking too much alcohol contributes to accidents and injuries and can lead to liver disease, high blood pressure, various cancers, and birth defects, among other health problems. However, moderate alcohol use may provide certain health benefits, particularly with regard to coronary heart disease. Understanding the possible risks and benefits of alcohol is essential to make an informed decision about alcohol use.

Alcohol abuse is discussed separately. (See “Patient education: Alcohol use — when is drinking a problem? (Beyond the Basics)”.)

HOW MUCH IS ONE DRINK? — Alcoholic drinks come in multiple forms and contain differing amounts of pure alcohol (ethanol). In the United States, one portion of alcohol is defined as approximately 10 to 15 grams of ethanol, which can be found in:

One 12 ounce bottle or can of beer (roughly equivalent to the 330 mL cans of beers sold in some countries)

One 5 ounce serving of wine (about 150 mL)

One shot (1.5 ounces) of 80-proof distilled spirits (about 50 mL)

Moderate drinking is generally defined as 3 to 9 servings of alcohol per week, depending on age, sex, and other conditions. For example, the National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism defines ‘low-risk’ drinking as no more than three drinks on any single day and no more than seven drinks per week for women, and no more than four drinks on any single day and no more than 14 drinks per week for a man.

Internationally, there is a broad range of what defines a “standard drink,” ranging from 8 grams in the United Kingdom to 19.75 grams in Japan [1].

HEALTH CONDITIONS AND ALCOHOL — Multiple studies suggest that consuming alcohol can affect the risk of developing certain health conditions.

Cardiovascular disease — Cardiovascular disease, including disorders of the heart, blood vessels, and blood circulation, is the leading cause of death in the United States. However, several studies suggest that moderate alcohol use, as compared to heavy drinking or abstaining, decreases the risk of coronary heart disease (CHD).

High blood pressure — People who consume more than two drinks per day have up to a twofold increase in the incidence of high blood pressure compared with nondrinkers. However, the effect of drinking less than two drinks per day on high blood pressure remains unclear.

Heart attack — Drinking a moderate amount of alcohol is associated with lower risk of having a heart attack.

Atrial fibrillation — Drinking several drinks at a single occasion, even among individuals who otherwise drink safely, can induce abnormal heart rhythms, including atrial fibrillation. There may be a slightly increased risk of atrial fibrillation (the most common chronic heart rhythm disturbance) among moderate drinkers, although it is still uncertain if this may result from occasional binges among otherwise moderate drinkers or occurs even within recommended limits of alcohol use.

Peripheral vascular disease — Peripheral vascular disease can cause pain in the calves with walking, also known as claudication. Moderate alcohol use reduces the risk of peripheral artery disease in healthy men.

Stroke — Alcohol consumption has been shown to affect the risk of stroke in contradictory ways, depending upon the amount of alcohol consumed and the type of stroke. A stroke occurs when brain tissue dies as a result of a sudden, severe disruption of blood flow and insufficient oxygen. Strokes may be due to a blockage (ischemic stroke) or rupture and leakage (hemorrhagic stroke) of one of the blood vessels supplying the brain.

Heavy alcohol use increases the risk of both ischemic and hemorrhagic stroke. Moderate alcohol use is associated with fewer ischemic strokes; the risk appears to be lowest in people who consume one drink or less per day. In contrast, the risk of hemorrhagic stroke appears to rise even with minimal alcohol use.

Breast cancer — There is consistent evidence that breast cancer risk is higher for women consuming moderate to high levels of alcohol (three or more drinks/day) compared with abstainers. Drinking as little as one to two drinks per day also appears to increase this risk.

Taking folic acid (folate) may reduce the effect of alcohol consumption on breast cancer, suggesting that women who drink alcohol may benefit from a daily multivitamin fortified with folic acid.

Cancers of the head and neck and digestive tract — Alcohol use has been linked to several types of cancer of the head and neck and digestive (gastrointestinal) tract, even at low levels of consumption. People who drink and smoke have a greater risk than would be expected from either factor alone.

Cancer arising within liver cells (hepatocellular carcinoma) has been linked to alcohol use. This may be related to liver scarring (ie, cirrhosis) that occurs in people who consume excessive amounts of alcohol since cirrhosis is a major cause of hepatocellular carcinoma. Low levels of alcohol do not clearly cause cirrhosis.

However, even at low levels, drinking may increase the risk of hepatocellular cancer in people with inflammation of the liver (hepatitis) due to infection with certain viruses (ie, hepatitis C virus). People with chronic hepatitis should avoid alcohol.

Cirrhosis — Low levels of alcohol do not clearly cause cirrhosis. Heavy drinking is generally required to cause cirrhosis in men in the absence of other factors.

Gallstones — Moderate alcohol use has been shown to lower the risk of gallstones. However, heavy drinking may reverse this benefit.

Pancreatitis — Heavy drinking increases the risk of both sudden (acute) and long-term (chronic) inflammation of the pancreas (pancreatitis).

Osteoporosis — Heavy drinking increases the risk of hip fractures because it increases the risk of both osteoporosis and falls.

Pregnancy — There is a significant risk of birth defects related to use of alcohol use during pregnancy. Heavy drinking can cause fetal alcohol syndrome, which prevents normal growth, and may cause intellectual disability (mental retardation), malformations of the skull and face, and other findings.

Moderate alcohol consumption may also be harmful, although this is a matter of some controversy. There is no known benefit of alcohol use during pregnancy. Thus, experts advise completely avoiding alcohol during pregnancy.

Perception of health and quality of life — Excessive and frequent alcohol use reduces quality of life for individuals, their families, and others around them, potentially leading to failure at work or school, interpersonal problems, and physically hazardous situations.

Accidents and trauma — Alcohol use increases the risks and severity of injury from motor vehicle accidents.

Exposure to alcohol is generally measured in blood alcohol concentration (BAC) rather than drinks per day or week. In most of the United States, the legal BAC limit for driving is 0.08 percent, which corresponds to about 4 drinks for a 200 pound man and 2.5 drinks for a 150 pound woman. However, the risk of having an accident while driving doubles at a BAC of only 0.05 percent, and driving ability is impaired with BACs as low as 0.02 percent.

Alcohol also increases the risk of injury from other sources. It has been shown to impair a pilot’s ability to fly and an operator’s ability to control a boat, bicycle, and snowmobile. In addition, occupational injuries, falls, drownings, burns, and hypothermia are more common in those who use alcohol, particularly in heavy drinkers.

Violence — Alcohol is involved in more than one-quarter of all rapes, at least one-half of serious assaults, and one-half to two-thirds of all homicides.

Suicide — Alcohol abuse is associated with an increased risk of suicide. Although moderate drinking does not appear to raise suicide risk, episodes of heavy drinking cause disinhibition that can increase suicide risk.

IS ALCOHOL SAFE FOR ME? — The bottom line is that it is difficult to weigh the benefits and risks of alcohol. Nevertheless, several important conclusions can be drawn:

Beginning to drink alcohol may be inappropriate for people who have been lifelong abstainers. There is no evidence that lifelong abstainers who begin drinking in middle or older age will lower their risk of any disease.

The diseases that may be prevented by moderate drinking (eg, coronary heart disease and ischemic stroke) are most prevalent in older adults, men, and people with CHD risk factors (eg, hypertension, hypercholesterolemia, smoking, diabetes mellitus). For these groups, moderate alcohol use may reduce their risk of these conditions.

For young to middle-aged adults, particularly women, moderate alcohol use increases the risk of the most common causes of death, such as breast cancer and trauma. Men under age 45 years also may experience more harm than benefit from drinking. In these younger age groups, moderate alcohol use is unlikely to reduce the risk of dying.

Consuming less than one drink daily appears to be safe (that is, if not done before or while operating a car or heavy equipment), although even that level of drinking can be dangerous for some people (see next section).

Reasons to avoid alcohol — Alcohol use is not recommended for individuals who:

Are younger than the legal drinking age (21 years in most states within the United States)

Are pregnant

Have a personal or strong family history of alcoholism

Have liver or pancreatic disease related to alcohol

Have precancerous conditions of the digestive tract

Operate potentially dangerous equipment or machinery (including cars, boats, planes, or construction equipment)

Wine versus other alcoholic beverages — Some research suggests that wine provides the strongest protection against cardiovascular disease, possibly due to naturally occurring compounds known as flavonoids. In France, for example, death from CHD is lower than would be expected from the high rate of smoking and saturated fats in the diet; this “French paradox” has been attributed to frequent red wine consumption.

However, other studies indicate that all alcoholic beverages offer cardioprotective benefits. Whether beverage type matters for specific diseases other than CHD remains uncertain, although most evidence suggests that it does not.

A safe dose of alcohol — As mentioned above, for some people, no amount of alcohol is considered safe. (See ‘Reasons to avoid alcohol’ above.) However, for individuals without such conditions, the healthiest dose of alcohol appears to be in the range of 0.5 to 1 drink of alcohol daily.

Gender differences — Established recommendations for safe levels of drinking do not address an “ideal” level of alcohol consumption. However, they advise

No more than two drinks daily for men

No more than one drink daily for women

What is the best approach in my case? — The following guidelines may help in making an informed decision about alcohol use:

Consult a healthcare provider to determine the specific risks and benefits of alcohol use. Multiple factors must be considered in any such “risk-benefit analysis,” including age, sex, personal medical history, family history, diet, physical fitness, and certain lifestyle choices such as smoking, among others.

Women should not drink any alcohol during pregnancy; in addition, experts advise that women should stop drinking when trying to conceive.

Never consume alcohol before or while driving or operating any potentially dangerous equipment.